Tecnologias criadas em competição da USP podem ajudar restaurantes a superar pandemia

Tecnologias criadas em competição da USP podem ajudar restaurantes a superar pandemia

Em sua terceira edição, SancaThon registrou número recorde de participantes, e uniu empresas do setor de alimentação

Foto: SancaThon/Divulgação

Quase 500 participantes, distribuídos por 22 estados e 127 municípios, foram desafiados a desenvolver, em pouco mais de duas semanas, ideias e soluções para o mercado nacional de alimentação, que enfrenta grave crise devido à pandemia do novo coronavírus. Os projetos foram elaborados durante a 3ª edição da SancaThon, maratona tecnológica organizada pela Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e pela Cargill. Os melhores trabalhos foram anunciados na última quarta-feira (13), durante live realizada com a participação de grandes personalidades do setor de food service no Brasil. 

Ao longo da competição, que pela primeira vez foi promovida 100% online, jovens desenvolvedores, designers e profissionais dos ramos de marketing e negócios puderam criar novos produtos, serviços e tecnologias para o setor alimentício, considerando os novos comportamentos do consumidor. O grupo vencedor da SancaThon desenvolveu uma plataforma digital batizada de “FoodTrends”, que utiliza técnicas de mineração de dados e inteligência analítica para coletar e interpretar uma série de informações de aplicativos de delivery, como características operacionais e cardápios de restaurantes.

Foto: SancaThon/Divulgação

O objetivo é possibilitar que indústrias e distribuidores de alimentos tenham acesso ao potencial de consumo de determinada região, bem como à demanda por insumos e produtos, além das tendências de mercado em diversas localidades, facilitando a elaboração de estratégias pelos empresários. Segundo os idealizadores da plataforma, os dados atualmente disponíveis para esse propósito são superficiais e apresentam problemas de atualização. A estimativa é de que a nova tecnologia esteja em funcionamento em até quatro meses. A FoodTrends foi desenvolvida por: Júlio Vazquez Manfio e Gabriel Valbon Beleli, engenheiros de alimentos; Talles Viana Vargas e Vitor Galassi Luquezi, engenheiros eletricistas; e Caique Antonelli Maurano, analista de desenvolvimento de sistemas.    

Já o grupo que conquistou o segundo lugar na competição, pensou em uma alternativa para conectar pequenos comércios locais aos moradores de seus respectivos bairros. A “CoGift propõe que consumidores paguem antecipadamente certas quantias a restaurantes parceiros e ganhem créditos em suas compras. Em pesquisa realizada pela equipe com 93 pessoas, 72% delas se mostraram favoráveis a pagar de forma antecipada pelo menos R$ 100 em troca desse tipo de benefício. No site da CoGift é possível, por exemplo, ganhar R$ 200,00 em créditos pagando apenas R$ 180,00.

Foto: SancaThon/Divulgação

A startup, que já conta com seis estabelecimentos cadastrados em sua plataforma, registrou em poucos dias de funcionamento mais de 220 acessos na página da empresa e 12 intenções de compra, totalizando R$ 700,00. Com o novo negócio, os restaurantes poderão aumentar suas vendas e os clientes ampliar seu poder de compra, ajudando pequenos estabelecimentos a sobreviverem durante a crise. Integraram o grupo criador da “CoGift”: Camila Miki Kawamura, arquiteta e designer; Luísa Sheng Li Miaw, gerente de projetos; Luiz Felipe Dolabela Santos, engenheiro eletricista; Rafael D’alessandro Pires, facilitador em inovação e metodologias ágeis; Paulo de Godoy Mancini, redator publicitário; e Igor da Cunha Felix, estudante de administração. 

Foto: Cogift/Divulgação

A equipe que ficou com a terceira colocação na SancaThon criou uma solução para aproximar bares e restaurantes de produtores de hortifruti através de um aplicativo de compras coletivas chamado “HORT-E”. A ferramenta facilita o contato direto entre as pontas da cadeia do food service, já que muitas feiras livres estão fechadas durante a quarentena. Com a solução, a ideia é reduzir ou até eliminar custos com intermediários em todo o processo de logística, além de diminuir o tempo de transporte e armazenamento dos produtos, oferecendo alimentos mais frescos e baratos ao consumidor final. 

Foto: SancaThon/Divulgação

Para ingressar no sistema de compras, os estabelecimentos devem fazer um cadastro e informar suas demandas. Os produtores, por sua vez, exibem quais produtos são oferecidos, e podem optar por entrega própria ou solicitar um agente logístico HORT-E para realizar a operação. Os desenvolvedores esperam que em até dois meses o app já esteja disponível nas lojas virtuais. Integraram o grupo: Rafael Montanhez, head de customer success; o administrador Conrado Barreto, a engenheira de alimentos, Lorena Coimbra; Breno Queiroz, estudante de ciências da computação do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos; e Vinícius Baca, estudante do curso de Engenharia Mecânica da EESC. 

Foto: HORT-E/Divulgação

Os três primeiros colocados da SancaThon ganharam premiações em dinheiro, acesso a plataformas de inovação e ingressos para eventos de empreendedorismo. As equipes também tiveram a oportunidade de negociar diretamente com investidores a possibilidade de receberem apoio financeiro ou repasses de propriedade intelectual.

Patamar elevado – Realizada entre os dias 28 de abril e 13 de maio, a 3ª edição da SancaThon bateu recorde de participantes, com 495 inscritos de diversos locais do Brasil e do exterior, como Itália, Argentina e Portugal, divididos em 65 equipes. Ao longo da competição, os desafiados tiveram acesso a mentorias e sessões de conteúdo com especialistas do mercado de food service, que deram detalhes sobre o contexto e as atuais necessidades do setor. Durante a maratona, os participantes contaram ainda com a orientação de profissionais das diversas áreas da engenharia, negócios e programação, que os ajudaram a sanar dúvidas para acelerar o desenvolvimento das ideias. Ao todo, a SancaThon contou mais de 40 parceiros, 90 mentores e 23 jurados.

Foto: SancaThon/Divulgação

“Tivemos a oportunidade de ter inteligência coletiva trabalhando, e isso nos deixa muito orgulhosos. O que colhemos na competição é fruto de muita colaboração, e o impacto que isso pode ter no nosso segmento é maravilhoso. Essa hackathon mostrou como nós podemos ajudar o mercado a renovar ideias, pois vimos algumas propostas antigas sendo repensadas e novas soluções sendo modeladas. Tivemos a oportunidade de trazer pessoas que podem fazer a diferença em todo o processo”, afirma Simone Galante, fundadora Galunion. 

O CEO da Abraccio e Outback no Brasil, Pierre Berenstein, afirmou que a 3ª edição da SancaThon veio no momento certo para acelerar algumas ideias, ressaltando que as novas soluções digitais devem manter a proximidade com o consumidor: “Em todos os projetos foi possível absorver algo interessante, despertar um novo insight. Gostaria de agradecer a todos pela dedicação e generosidade em poder compartilhar com toda a cadeia de food service um novo olhar. Cada dia mais temos trabalhado com inovação aberta, que é uma maneira de estar mais próximo do consumidor. Afinal, não é porque estamos entrando em um processo de digitalização que iremos nos afastar dos consumidores, pelo contrário, temos que estar mais presentes, entender as dores das pessoas, essa nova jornada de consumo, para que possamos criar a elas momentos memoráveis”. 

Foto: SancaThon/Divulgação

Estreante em uma competição “estilo” Hackathon, o CEO da BIDFOOD no Brasil, Antonio Celso Avelino, elogiou o formato da iniciativa e afirmou que as ideias desenvolvidas durante a competição surgem em um momento oportuno para o setor de distribuição, do qual ele faz parte: “Achei bastante interessante o modelo do evento, formando alunos para o food service, ainda mais no nosso segmento de atuação, que muitas vezes não é tão destacado. Fico muito feliz em ver pessoas jovens, empolgadas em ajudar o mercado e com ideias inovadoras. É disso que estávamos precisando, nos consolidar cada vez mais”. 

A união fez a força – EESC e Cargill conseguiram fazer com que dezenas de instituições do food service se unissem para a realização do evento. Segundo o professor Daniel Magalhães, diretor do Centro Avançado EESC para apoio à Inovação (EESCIn), essa rede colaborativa foi um dos destaques da competição, fazendo até com que empresas concorrentes passassem a atuar de forma cooperativa: “A união, cumplicidade e o desejo de contribuir por parte das empresas foram fenomenais. Elas puderam dar tons de mercado e realidade que ajudaram os participantes a criarem soluções de grande impacto”. 

Foto: SancaThon/Divulgação

O docente também ressaltou que o sucesso da 3ª edição da SancaThon teve relação direta com o tema proposto, além do fato dela ter sido realizada 100% online: “Acho que nos reinventamos em termos de competição, pois o formato diferente devido ao período de quarentena, na verdade, possibilitou a expansão do evento. Outro ponto foi o tipo de desafio, que apesar de estar delineado antes da pandemia, acabou sendo aplicado em um dos setores que mais tem sofrido e que precisa de ajuda e soluções imediatas. Prova de sucesso foi o de termos um acerto de negócio durante a live de premiação entre jurado e o grupo vencedor”, revela. 

Líder de food service da Cargill, Thiago Theodoro reiterou que a união durante o evento foi determinante para os bons resultados alcançados. “Parabenizo a USP por ter conseguido conectar esses parceiros, por ter unido a jovialidade de um estudante, às vezes de primeiro semestre, com profissionais que têm mais de 20 anos de mercado. Foi um movimento que ultrapassou as barreiras da competitividade e da concorrência”, afirma. Ele aproveitou, ainda, para elogiar a atuação dos alunos da EESC que ajudaram a organizar a iniciativa: “O time de jovens estudantes da USP que colaboraram com o evento é de ouro, chega até a arrepiar a energia que eles colocaram na realização da maratona. Espero que levem essa paixão e desejo ao mercado profissional, pois vou estar de braços abertos esperando profissionais como eles”. 

Foto: SancaThon/Divulgação

Sobre a competição – A SancaThon é uma maratona de desenvolvimento de tecnologia criada em 2018 pela EESC que fomenta a cultura empreendedora e desperta o desejo dos participantes de desenvolverem projetos inovadores através de uma proposta direcionada, oferecendo mentores e treinamentos para auxiliá-los na elaboração de protótipos e modelos de negócios viáveis. A iniciativa em 2020 foi realizada em conjunto pelo Centro Avançado EESC para apoio à Inovação (EESCIn), Cargill, Núcleo de Empreendedorismo da USP São Carlos (NEU-SC) e pela Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL). 

A SancaThon 2020 contou com a colaboração dos parceiros: ABIA, Abraccio, Abrasel, Almoço Grátis, Alura, Arcofoods, Aryzta, Bares SP, Bidfood, Billy The Grill, BRF Hub, Delivery do Bem, FCSI, Fispal Food Service, Food Consulting, Food Finder, FoodTechHubBr, Galunion, Grupo Alento, GS&Libbra, IBM, IFB, Liga Ventures, Mintel, Outback, SEBRAE, Startups Network, Turn The Table, Vizinhando, Weme, Zygo, ABAS, Kerry, Rhizom, FIPAN, OrtenziAvila Advogados, Padacon, Endeavor, Coca-cola e Coca-cola FEMSA Brasil.

Texto: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL/USP

 

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Telefone: (16) 9 9727-2257
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Cientista da EESC é homenageado pela Câmara Municipal de Araraquara

Cientista da EESC é homenageado pela Câmara Municipal de Araraquara

Doutorando da EESC, João Paulo foi homenageado pela Câmara Municipal de Araraquara. Foto: Henrique Fontes/SEL

O pesquisador João Paulo de Campos da Costa, doutorando da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, foi homenageado pela Câmara Municipal de Araraquara em reconhecimento às suas contribuições para o desenvolvimento científico e tecnológico. Recentemente, o cientista foi convidado pela Universidade Harvard, dos EUA, para um intercâmbio de um ano em um projeto de pesquisa que envolve a realização de ensaios eletroquímicos, fabricação de sensores e integração de novas plataformas de diagnóstico.

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade de Araraquara, sua cidade natal, Costa teve seu primeiro contato com a ciência em 2012, durante iniciação científica realizada com a professora Maria Aparecida Zaghete, do Instituto de Química (IQ) da Unesp. Após concluir a graduação, o jovem ingressou no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC, no qual realizou seu mestrado e atualmente desenvolve sua pesquisa de doutorado, sob orientação do professor João Paulo do Carmo, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL), que também foi homenageado pela Câmara Municipal de Araraquara, juntamente com outros cientistas. 

Durante seu trabalho de mestrado, Costa criou um dispositivo eletrônico para diagnóstico da hepatite C. O aparelho é mais rápido, preciso e barato que os disponíveis no mercado, sendo capaz de revelar, em até 10 minutos, se um paciente está infectado com a doença. O estudo, que foi financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), contou com a colaboração de pesquisadores da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR) da Unesp, em Araraquara (SP), e do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF). 

Em 2016, o doutorando da EESC já havia participado de outra pesquisa da área de nanotecnologia aplicada à saúde. Naquela ocasião, o objetivo era desenvolver um biossensor para detecção precoce de hepatite C e câncer de ovário.

Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP
Com informações da Assessoria de gabinete do vereador Jéferson Yashuda

 

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Assessoria de Comunicação do SEL/USP
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COVID-19: competição busca soluções para ajudar bares e restaurantes

COVID-19: competição da USP busca soluções para ajudar bares e restaurantes 

Clientes estão proibidos de consumirem no interior de bares e restaurantes durante a pandemia de COVID-19. Foto: Pexels

Em meio à pandemia de COVID-19, um dos setores mais impactados pela necessidade de isolamento social é o de food service, responsável por todo tipo de alimentação fora do lar. Investir na ampliação dos serviços de delivery tem sido uma alternativa imediata adotada por muitos estabelecimentos, mas será que tal medida é suficiente para evitar futuros prejuízos e demissões? Passada a crise gerada pelo novo coronavírus, qual será a melhor estratégia para reerguer e acelerar a recuperação dos empreendimentos afetados?

Para auxiliar pequenas e médias empresas do ramo a enfrentarem esses e outros desafios, a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP e a Cargill realizam, entre os dias 25 de abril e 11 de maio, a 3ª edição da maratona tecnológica SancaThon que, neste ano, desafiará os participantes a desenvolverem, em uma semana, modelos de negócios, produtos, serviços e tecnologias para o food service, considerando os novos comportamentos do consumidor. Realizada anualmente de forma presencial, em 2020 a SancaThon será promovida 100% online e oferecerá mais de 300 vagas. 

Participantes terão uma semana para desenvolver modelos de negócios, produtos, serviços e tecnologias para o food service. Foto: Divulgação/SancaThon

Antes do início da competição, os participantes terão acesso a sessões de conteúdo com diversos especialistas sobre o contexto e necessidades do atual cenário, apontando as principais demandas e dificuldades dos empresários do setor. Durante a maratona, os desafiados contarão ainda com a orientação de mentores das diversas áreas da engenharia, negócios e programação, que os ajudarão a sanar dúvidas para acelerar o desenvolvimento das ideias. A competição é aberta para a participação de jovens desenvolvedores, designers, além de profissionais do ramos de marketing e negócios, que poderão disputá-la em grupos de quatro a seis pessoas, desde que a equipe possua pelo menos um membro com cada habilidade exigida. Gratuitas, as inscrições devem ser feitas até o dia 24 de abril, diretamente pelo site do evento, onde também é possível conferir a programação e o regulamento completo da iniciativa.

Após o término da primeira semana do desafio, as equipes deverão gravar um pitch de cinco minutos para demonstrar a solução criada à banca avaliadora. Entre os critérios adotados para análise dos jurados estão: apresentação; criação de protótipo e sua funcionalidade; diferencial tecnológico; aplicabilidade; criatividade; diferencial de mercado; e continuidade do projeto. Na segunda etapa da competição, que também terá duração de uma semana, até 20 equipes serão selecionadas para receberem R$1.000,00 para aperfeiçoarem suas ideias. 

Ao final do evento, o grupo vencedor receberá um prêmio de R$2.500,00, além de três meses de acesso gratuito à plataforma Alura. Já os vice-campeões, serão agraciados com a quantia de R$1.500,00, enquanto o terceiro colocado será premiado com R$1.000,00. Os três melhores grupos ainda terão a possibilidade de receber apoio financeiro por parte de investidores ou negociar o repasse de propriedade intelectual. Outros prêmios ainda poderão ser anunciados durante a competição. Acompanhe todas as novidades na página do evento no Facebook. 

O grupo vencedor da SancaThon receberá um prêmio de R$2.500,00, além de três meses de acesso gratuito à plataforma Alura. Foto: Divulgação /SancaThon

Cenário preocupante – Segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o setor conta atualmente no Brasil com cerca de 6 milhões de trabalhadores. Desses, ao menos 350 mil deverão perder seus empregos durante a crise de COVID-19, mesmo após a assinatura da Medida Provisória nº 936, no último dia 1º de abril, que instituiu uma série de ações para combater as demissões em massa pelo País. 

“O mercado de food service tem sofrido um duro impacto em função da COVID-19, fazendo com que empresas de pequeno e médio portes ligadas ao setor careçam de soluções criativas para sobreviverem e se recuperarem nos períodos durante e pós-crise. A escolha desse tema para a Sancathon 2020 exalta a preocupação e o engajamento da USP e das empresas colaboradoras do evento em superar os problemas sociais e econômicos agravados pela pandemia”, afirma José Carlos de Melo, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC e um dos colaboradores da iniciativa.

Para o diretor geral da Cargill Foods para América do Sul, Augusto Lemos, a SancaThon será uma oportunidade de estimular a criação de soluções para combater a crise pela qual o setor está passando: “Estamos vivenciando um momento de incertezas, onde teremos que buscar novas alternativas para antigos hábitos e negócios. Para auxiliar pequenas e médias empresas do ramo a enfrentarem esses e outros desafios, junto com a principal universidade do país, queremos trazer ideias e inovação para pensarmos sobre as tendências para o food service”. 

Além da questão do desemprego, outra equação que ainda carece de respostas é sobre uma eventual reformulação do modelo de trabalho de alguns estabelecimentos. De acordo com pesquisa divulgada em 2017 pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), seis em cada 10 restaurantes de pequeno porte no Brasil adotam o sistema de atendimento self-service, prática que está proibida por tempo indeterminado. 

A cada dez restaurantes de pequeno porte no Brasil, seis trabalham com o sistema self-service. Foto: Pexels

“O efeito da pandemia na emoção, valores e comportamento dos indivíduos está gerando uma ambiguidade ímpar, subvertendo desejos e prioridades dos clientes e, consequentemente, afetando estratégias em curso de diversas empresas. A pandemia acelerou a era da digitalização, pois, em poucos dias de isolamento social, floresceram uma série de negócios digitais e observamos empresas gigantescas se reinventando para aderir ao mundo virtual em prazos nunca vistos. A crise do coronavírus está antecipando uma nova arena de negócios, que aos olhos do empreendedor significa oportunidade”, explica Daniel Amaral, professor do Departamento de Engenharia de Produção da EESC e um dos organizadores da SancaThon.

Sobre a competição – A SancaThon é uma maratona de desenvolvimento de tecnologia criada em 2018 pela EESC que fomenta a cultura empreendedora e desperta o desejo dos participantes de desenvolverem projetos inovadores através de uma proposta direcionada, oferecendo mentores e treinamentos para auxiliá-los na elaboração de protótipos e modelos de negócios viáveis. A iniciativa em 2020 é realizada em conjunto pelo Centro Avançado EESC para apoio à Inovação (EESCIn), Cargill, Núcleo de Empreendedorismo da USP São Carlos (NEU-SC) e pela Semana da Integração da Engenharia Elétrica (SIEEL). 

Realizada anualmente de forma presencial, em 2020 a SancaThon será promovida 100% online e oferecerá até 300 vagas. Foto: Henrique Fontes/SEL

“A Engenharia é a arte de identificar problemas, e propor e desenvolver soluções para a preservação e melhoria da qualidade de vida da sociedade. A crise, como a pandemia que vivenciamos, exige, subitamente, novas soluções para problemas desconhecidos. Esse é o momento em que a criatividade humana leva a novas descobertas, inventos e estratégias, a partir do desafio, da aflição e da esperança. A Hackathon proposta, certamente, apresentará novas soluções de interesse imediato” afirma Edson Cezar Wendland, diretor da EESC.

A SancaThon 2020 será realizada em conjunto com parceiros de toda a cadeia do Food Service, como BRF (pelo BRF Hub), Outback, Turn the Table,  Abia, Abrasel, Grupo Alento, Arco Foods, Irmãos Avelino, Galunion, GS&Libbra, FCSI, Mintel, Fispal Food Service, Delivery do Bem, Zygo Tecnologia, Liga Ventures, Weme e Foodtech Hub.

Texto: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL/USP
Com informações da Assessoria de Comunicação da Cargill

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Assessoria de Comunicação do SEL/USP
E-mail: comunica.sel@usp.br
Telefone: (16) 9 9727-2257
Página do evento no Facebook: https://bit.ly/3cDvu95

 

EESC contrata professor temporário para o SEL

EESC contrata professor temporário para o SEL

A Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP recebe, até o dia 25 de março, as inscrições no processo seletivo para contratação de um docente temporário para o Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL).

O professor escolhido, que terá jornada de 12 horas semanais, deverá ministrar as seguintes disciplinas: Automação; Laboratório de Automação; Laboratório de Controle de Processos Industriais; e Redes de Comunicação Industrial. Os salários são de R$ 1.918,72 caso o contratado possua o título de doutor e R$ 1.371,79 caso o selecionado possua o título de mestre, além de auxílio alimentação no valor de R$ 830,00 e assistência médica.

A contratação será por prazo determinado e vigorará a partir da data do exercício até 31 de dezembro de 2020, com possibilidade de prorrogações, desde que a soma dos períodos não ultrapasse dois anos.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente via internet até às 17 horas do dia 25 de março (horário oficial de Brasília-DF) por meio deste link: https://uspdigital.usp.br/gr/admissao. Para obter mais detalhes sobre prazos, etapas, provas e documentações obrigatórias, acesse o edital completo.

Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP

Mais informações
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação
Telefone: (16) 3373-9365
E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br

 

Trabalho de iniciação científica da EESC é publicado em revista internacional

Trabalho de iniciação científica da EESC é publicado em revista internacional

Artigo escrito por Guilherme durante a graduação foi publicado em revista internacional. Foto: Henrique Fontes/SEL

Publicar artigos científicos em revistas internacionais faz parte das responsabilidades que um aluno de mestrado ou doutorado possui durante o período em que realiza sua pesquisa. Por outro lado, quando o assunto é iniciação científica (IC), não é comum esperar que um estudante de graduação se preocupe com tal tarefa, afinal, ele está apenas iniciando seu contato com o universo da ciência.

No entanto, um ex-aluno do curso de Engenharia Elétrica da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP resolveu romper com esse paradigma. Após finalizar sua iniciação científica na área de fotônica, Guilherme S. Arruda conseguiu publicar, como autor principal, um artigo na IEEE Journal of Photovoltaics, importante revista norte-americana. O feito foi comentado por seu então orientador Emiliano R. Martins, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC: “Em geral, um aluno de iniciação científica desenvolve parte de uma pesquisa como forma de treinamento, por isso que a publicação científica em revistas de alta reputação, como a que aceitou o artigo do Guilherme, é algo muito além do que se espera de um trabalho realizado na graduação”, afirma o docente.

A publicação do ex-aluno ganha ainda mais destaque se levarmos em consideração que um graduando, diferentemente de um estudante de mestrado ou doutorado, não possui dedicação exclusiva à pesquisa, uma vez que ainda está realizando seu curso. Emiliano revela que o processo de publicação é complexo e o trabalho passa pela análise e revisão de renomados cientistas da área. Durante o procedimento de submissão, o estudo recebe críticas, requerimento de alterações e, muitas vezes, os revisores demandam a produção de outros resultados que corroborem os argumentos e conclusões do trabalho. “É bem mais comum que o artigo seja recusado do que aceito”, diz o professor, que considera a publicação científica o ápice da atuação de um jovem pesquisador, pois certifica a produção de algo inédito.

A experiência de realizar iniciação científica proporcionou a Guilherme uma bagagem valiosa e contribuiu para uma formação mais completa. “Eu amadureci muito e tive contato, de forma bem mais detalhada, com uma área que eu gostava. A gente se torna mais independente, lê bastante e acaba aprendendo muitas coisas além do curso. Todo o processo de autoconhecimento e autoaprendizagem pelo qual eu passei durante a IC me ajudou a ter um entendimento melhor de algumas disciplinas”, explica o ex-aluno, que hoje faz mestrado no SEL. Seu trabalho também foi reconhecido pela própria Universidade, quando, em 2018, recebeu menção honrosa no Simpósio Internacional de Iniciação Científica e Tecnológica da USP (SIICUSP). A conquista lhe conferiu o direito de apresentar seu estudo na Ohio State, em Columbus, nos EUA, onde passou uma semana. “Muitas portas se abrem”, completa.

A pesquisa – Em seu trabalho, Guilherme analisou alternativas para aumentar a eficiência de painéis fotovoltaicos, que são produzidos a partir de cristais de silício e absorvem até 70% da luz solar que incide sobre a sua superfície. O desafio que engaja pesquisadores de diversos países do mundo é encontrar estratégias que tornem essas plataformas cada vez mais sustentáveis e com maior capacidade de gerar eletricidade. Partindo deste princípio, o ex-aluno conseguiu “modificar” a superfície da estrutura de silício utilizada em painéis solares, fazendo com que ela, praticamente, não refletisse a luz do sol, absorvendo 99% da iluminação incidente. Com isso, a geração de energia elétrica poderá aumentar consideravelmente.

Estudante da USP modificou a superfície da estrutura de silício que compõe os painéis fotovoltaicos para aumentar a absorção de luz solar. Foto: Guilherme Arruda.

Ao longo do período em que realizou IC, o pesquisador passou quatro meses na Universidade de York, da Inglaterra, local onde realizou a parte experimental de seu trabalho, teve contato com a fabricação de células solares, acompanhou como é o dia a dia do grupo de pesquisa local e ainda foi coautor de um artigo escrito por uma cientista da Instituição. Até hoje, a iniciação Científica segue contribuindo para a caminhada de Guilherme na esteira da pesquisa, pois, em seu trabalho de mestrado, ele consegue aproveitar algumas técnicas aprendidas na IC: “Por já estar inserido no tema e ter feito uma revisão bibliográfica sobre o assunto, o trabalho fica menos complexo. Com a bagagem adquirida, é possível antecipar algumas etapas”, explica o pesquisador, que teve seu primeiro contato com a ciência durante o intercâmbio que realizou na Technische Universität Braunschweig, da Alemanha, por meio do extinto Programa Ciência sem Fronteiras.

Após ter conquistado tamanha notoriedade, o jovem reconhece que o trabalho foi desgastante, mas que ver seu artigo publicado em uma revista internacional fez valer todo o empenho: “É muito gratificante saber que outras pessoas vão ler seu trabalho e, inclusive, poderão utilizá-lo de alguma forma. É como se você fizesse um produto e entregasse ao público. É uma criação sua, a qual você sempre tratará com carinho”, finaliza.

Ficou interessado em fazer IC na EESC? Então confira todas as orientações no site da Escola e descubra como participar!

Texto: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL/USP

 

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Assessoria de Comunicação do SEL/USP
Telefone: (16) 3373-8740
E-mail: comunica.sel@usp.br

Ultrassom ajuda na recuperação de fraturas ósseas

Ultrassom ajuda na recuperação de fraturas ósseas

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O ultrassom é uma onda mecânica com uma frequência superior ao que o ouvido humano consegue ouvir, e tem aplicações em diversas áreas da saúde, principalmente devido à sua praticidade, acessibilidade e por não ter nenhum efeito colateral. Além dos exames de imagem, comuns durante o período da gravidez, o ultrassom tem outra aplicação médica não tão conhecida: ajudar na recuperação de fraturas de ossos. Episódio do podcast Momento Tecnologia conta mais sobre o Low Intensity Pulsed Ultrasound, mais conhecido como Lipus, desenvolvido na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP.

A tecnologia foi criada nos anos 70 e o equipamento nos anos 80, e desde 1994 a tecnologia tem sido usada em vários países. O tratamento consiste basicamente em induzir estímulo mecânico, pois isso forma campos elétricos que influenciam na formação do tecido ósseo do nosso esqueleto. Isso é o que acontece quando caminhamos, por exemplo, mas o Lipus consegue realizar essa função por meios tecnológicos. O equipamento se difere dos usados em fisioterapia, que utilizam intensidades de ultrassom muito mais elevadas.

Segundo José Marcos Alves, professor do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC, “a terapia é indicada para o tratamento de fraturas recentes, de fraturas que apresentam atraso no reparo ósseo e de fraturas onde não ocorre formação óssea, em todo o esqueleto, com exceção de fraturas da coluna vertebral, da fae writing a paper ou do crânio”. No Brasil, esse ultrassom foi usado em larga escala nos anos 80 e entre os anos de 2001 e 2013, mas agora depende de uma empresa que escolha representá-lo comercialmente.

Ouça a entrevista com o professor José Marcos Alves:

 

Produção: Jornal da USP
Reportagem e apresentação: André Netto
Edição de Áudio e Sonorização: Guilherme Fiorentini
Imagem: Adaptação de “Exogen Mechanism of Action Brochure”

Mais Informações
Professor José Marcos Alves
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação
Telefone: (16) 3373-9344
E-mail: jma@sc.usp.br

Curso de espanhol – VAGAS ESGOTADAS

VAGAS ESGOTADAS

EESC abre 100 vagas para curso gratuito de espanhol

Foto: Pixabay

O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP oferecerá um curso inédito e gratuito de espanhol. A atividade, que é voltada para pessoas sem experiência com a língua, conta com 100 vagas disponíveis. Os selecionados serão escolhidos por ordem de inscrição, mas terão prioridade aqueles que comprovarem necessidade de aprender o idioma. As inscrições devem ser feitas de 10 a 12 de março, diretamente pelo Sistema Apolo da USP.

Durante o curso, que é aberto ao público, os participantes trabalharão a parte de escrita, leitura, audição e fala, abordando tópicos como gramática, adjetivos, saudações, entonação, perguntas, descrição de pessoas, argumentações, compras, viagens, diálogos em restaurantes etc. Os participantes que forem aprovados nas avaliações com média mínima de seis (6) e obtiverem pelo menos 75% de frequência, receberão um certificado de conclusão expedido pela USP.

Programada para ser realizada de março a junho, a iniciativa contará com aulas às quartas-feiras, das 19h às 22 horas, no Anfiteatro do Prédio de Laboratórios de Ensino do SEL, que fica próximo à saída do Campus que dá acesso à Rua Miguel Petroni. Todo o conteúdo da atividade será elaborado e ministrado por voluntários que possuem experiência com a língua espanhola.

Promovido pela primeira vez, o curso tem o objetivo de despertar nas pessoas o interesse pela língua e cultura dos países que falam espanhol, oferecendo aos participantes uma base para que eles aprofundem seus conhecimentos em escolas especializadas no futuro, além de ampliar a comunicação e a integração com visitantes estrangeiros que estão free citation generator na Universidade ou no município.

Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP

Mais Informações
Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC
E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br
Telefone: (16) 3373-8276

Curso de alemão – VAGAS ESGOTADAS

VAGAS ESGOTADAS 

USP oferece 160 vagas para curso gratuito de alemão

Foto: Pixabay

O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP promoverá mais uma edição de seu curso gratuito de alemão. As inscrições deverão ser feitas entre os dias 10 e 12 de março, diretamente pelo Sistema Apolo da Universidade. Aberta ao público, a atividade conta com 160 vagas disponíveis.

Dividido em dois módulos, o curso será ministrado por alunos de intercâmbio voluntários que já tiveram experiências com o alemão. Em “Introdução à Língua e Cultura Alemã I, os participantes aprenderão temas básicos como alfabeto, pronúncia, números, pequenos diálogos, formas de se apresentar, entre outros. Já no segundo módulo, nomeado “Introdução à Língua e Cultura Alemã II, os interessados terão conteúdos sobre corpo, saúde, vestuário, profissões, tempo, férias e outros assuntos mais complexos. Para participar do segundo módulo, é necessário ter concluído o primeiro ou ter sido aprovado em avaliação de nivelamento, que será aplicada no primeiro dia de aula.

Programado para ser realizado de março a junho de 2020, o curso terá 12 aulas e incluirá provas. Aqueles que forem aprovados nas avaliações com média mínima de seis (6) e obtiverem pelo menos 75% de frequência, receberão um certificado de conclusão expedido pela USP. As vagas oferecidas serão preenchidas seguindo a ordem de inscrição dos candidatos, mas terão prioridade aqueles que comprovarem necessidade de aprender o idioma.

O primeiro módulo será realizado às quintas-feiras, das 19 às 22 horas; já o segundo, ocorrerá às terças-feiras, no mesmo horário. As aulas acontecerão no Anfiteatro Armando Toshio Natsume do SEL, que fica ao lado do campo de futebol.

Promovido desde 2016, o curso tem o objetivo de despertar no público o interesse pela cultura e o idioma da Alemanha, oferecendo conhecimento básico para que os participantes aprofundem seus estudos em escolas especializadas no futuro. Além disso, o projeto busca fomentar iniciativas de trabalho voluntário, nas quais os alunos compartilham o conhecimento adquirido em suas experiências acadêmicas na Universidade.

Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP

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Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da EESC
E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br
Telefone: (16) 3373-8276

Curso de japonês – VAGAS ESGOTADAS

VAGAS ESGOTADAS 

Participe de curso gratuito de japonês na USP

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O Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP receberá, entre os dias 10 e 13 de março, as inscrições para o seu curso gratuito de japonês. A atividade, que é voltada para pessoas sem experiência com a língua asiática, conta com 30 vagas disponíveis. Para participar, os interessados deverão preencher o formulário que está disponível neste link.

Durante o curso, que é aberto ao público, os participantes aprenderão temas como alfabeto, partículas de conexão de frases e conjugação verbal, costumes, saudações e cumprimentos, além de aspectos culturais que envolvem comportamentos próprios da cultura japonesa. Ao todo, serão 10 aulas e uma prova. Os participantes que forem aprovados na avaliação com média mínima de seis (6) e obtiverem pelo menos 75% de frequência, receberão um certificado de conclusão expedido pela USP.

Programada para ser realizada de 20 de março a 19 de junho, a iniciativa terá aulas às sextas-feiras, das 13h30 às 16h50 horas, na sala de seminários do SEL. Todo o conteúdo da atividade será elaborado e ministrado por jovens voluntários que possuem experiência com o japonês.

Com o intuito de despertar no público o interesse pela cultura e o idioma do Japão, o curso proporciona aos participantes um primeiro contato com a língua falada no País.  Além disso, o projeto busca fomentar iniciativas de trabalho voluntário, nas quais os alunos compartilham o conhecimento adquirido em suas vidas.

Texto: Assessoria de Comunicação do SEL/USP

 

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E-mail: departamento.eletrica@eesc.usp.br
Telefone: (16) 3373-8276

Os novos calouros já chegaram!

Conheça os novos calouros de Engenharia Elétrica e Engenharia de Computação da EESC

Durante a XXII Semana de Recepção aos Calouros da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, realizada entre os dias 16 e 21 de fevereiro, nós conversamos com alguns dos novos ingressantes dos cursos de Engenharia Elétrica e Engenharia de Computação. No bate-papo, eles contaram como surgiu a paixão pelas áreas escolhidas, qual a expectativa com a nova fase da vida que se inicia, como é realizar o sonho de entrar na USP e muito mais! Confira os depoimentos no vídeo abaixo!

Roteiro e entrevistas: Henrique Fontes – Assessoria de Comunicação do SEL/USP
Imagens e edição: Laís Veronese – Assessoria de Comunicação da EESC/USP

 

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